A Fórmula E prepara o regresso à ação, com testes de pré-temporada no Ricardo Tormo, em Valência, Espanha, de 28 de novembro a 1 de dezembro. Na Época 7, pela primeira vez, o campeonato tem o estatuto de Mundial, confirmação da importância crescente de competição que atrai número recorde de fabricantes, todos atrás de progressos técnicos e tecnológicos que acelerem a mudança de paradigma no automóvel, com motores elétricos em vez de mecânicas de combustão interna. António Félix da Costa e DS Techeetah são os campeões em título.
No calendário de 2021, 14 rondas, mas apenas a organização das primeiras duas, ambas com dois ePrix: Santiago do Chile (16 e 17 de janeiro) e Diriyah (26 e 27 de fevereiro). Na segunda, novidade na Fórmula E: as corridas realizar-se-ão à noite, com iluminação artificial, anunciando-se sistema de luzes LED alimentado por energias renováveis. Em Diriyah, muito provavelmente, experimentar-se-á solução tecnológica para a estreia da Arábia Saudita no Mundial de Fórmula 1, em Jeddah, a 28 de novembro, na 22.ª das 23 etapas programadas para o próximo ano.
No entanto, nos dois Mundiais, os calendários mantêm-se dependentes de progressos no controlo da pandemia da COVID-19.