No ano passado, a Mercedes-Benz repetiu o terceiro lugar no pódio das marcas com mais vendas no mercado nacional e o n.º1 entre construtores ditos premium. O emblema da estrela vendeu 13.752 automóveis entre janeiro e dezembro do ano passado, registando uma queda de 17% face a 2019, o ano recorde de vendas da marca em Portugal.
Em 2021, mais sucesso(s) em perspetiva, com a chegada de geração nova do Classe S, várias estreias na família de elétricos EQ e a esperada renovação do ‘best-seller’: a geração W206 (a 6.ª) do Classe C, com imagem fortemente inspirada no topo de gama e gama eletrificada só com motores de quatro cilindros.
Na comparação com o anterior, o novo C também é maior quer em comprimento (4,75 m), quer entre eixos, crescimento que beneficia o espaço disponível no habitáculo e na mala, sobretudo na carrinha (Station), que tem agora 490 litros, mais 30.

Na berlina de quatro portas, a capacidade da bagageira mantém-se nos 455 litros.
Para compensar a ausência da suspensão pneumática (recurso com pouca procura na geração precedente), a Mercedes-Benz equipou o automóvel com novo eixo traseiro direcional, opcional que diminui, de forma virtual, a distância entre os eixos, melhorando a manobrabilidade em cidade, bem como a agilidade e a estabilidade a velocidades elevadas.
No habitáculo, destaque para os monitores digitais na instrumentação e no sistema de multimédia, com 10,25” ou 12,3” e 9,5” ou 11,9”, respetivamente. A apresentação é também inspirada no Classe S, com o ecrã central posicionado na vertical.

No arranque da comercialização, descontando o PHEV com 313 cv e 550 Nm (combina motor de 2 litros turbo a gasolina, bateria com 25,4 kWh e caixa automática de 9 velocidades), mais cinco motorizações com sistemas híbridos de 48V.
Gama:
Versão Potência Preços indicativos
180 170 cv -
200 204 cv 48.000€
200d 200 cv 53.600€
300 258 cv -
300d 265 cv 59.350€
300e 313 cv -