Lexus congelou o LC Cabrio e foi 'derreter' pneus para a serra...

A Lexus submeteu o LC Cabrio a um teste de congelação profunda, antes do exigente ensaio dinâmico na colina de Milbrook, uma rota em estilo alpino de curvas, subidas e descidas desafiantes.

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Por VM 31-05-2021 17:23

Um descapotável para conduzir todo o ano. O derradeiro teste de resistência e qualidade, para provar que o Lexus LC Cabrio é capaz de lidar com as condições mais adversas, levou o modelo da marca japonesa ao interior de uma câmara de refrigeração industrial, onde permaneceu durante 12 horas, exposto à temperatura de -18°C.

Durante a dura prova de frio, a capota de quatro camadas ficou recolhida, expondo o interior. Seguindo-se o teste dinâmico em circuito de montanha, a toda a velocidade!

Greg Fleming, engenheiro sénior que fez a supervisão do teste, explicou que "com a capota recolhida, os componentes internos estariam em condições de stress extremo e não seria um lugar agradável para ninguém – tínhamos esperança de que o sistema de ar condicionado, os assentos aquecidos e o volante ainda funcionassem como é suposto.”

Elevando o teste ao nível seguinte, o LC foi borrifado previamente com água, para que se formasse uma camada de gelo sobre a carroceria do veículo.

O local escolhido para este evento foi a Grande Câmara Climática de Millbrook Proving Ground, no Reino Unido. A unidade de 468m3 é usada com regularidade para testar a resistência de equipamentos de defesa e de veículos rodoviários, em temperaturas que podem oscilar entre os +85 e -60 °C, com até 98% de humidade relativa.

O piloto Paul Swift foi recrutado para testar o Lexus no pós-congelamento. Ao comando "ação" da equipa de filmagens, o motor V8 de 477cv foi ligado pela primeira vez e os visores e medidores do carro ganharam vida instantaneamente, sem qualquer impacto adverso do frio extremo.

Como Paul Swift descobriu rapidamente, o sistema de aquecimento do habitáculo “Climate Concierge” respondeu imediatamente. “Senti o volante e a base das minhas costas a aquecer, bem como os encostos de cabeça atrás do meu pescoço. Na verdade, foi bem agradável. Considerando que estavam 18 graus negativos, senti-me bastante confortável no carro”, explica.

“A pista é desafiante, por isso exigia muito do carro e podíamos sentir o chassis. Não houve nenhum problema com a subviragem, a mudança de marcha foi fácil e houve uma oscilação interessante das rotações quando reduzi. Este é um carro adorável. Faz precisamente o que precisamos”.

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