Os revistos BMW X3 e X4 recebem uma nova grelha dianteira, com o característico “duplo rim” de dimensões mais avantajadas, novidade que se conjuga com a presença de novas óticas em LED, para-choques redesenhados à frente e atrás e, apenas para o X3, luzes LED na traseira tridimensionais.
No ‘cockpit’ dos SUV, ecrã central com 10,25” (12,3”, em opção) e consola nova, ‘importada’ do Série 4, com menos botões físicos.
Versões pré-facelift passam a dispor de série de bancos desportivos e climatização de três zonas.
Eletrificação acelera
A par das mexidas no exterior e no interior, a BMW também ‘mexe’ nas mecânicas, com a eletrificação total da gama, através da adoção de sistema ‘mild-hybrid’ de 48 V nas unidades que não dispunham ainda desta tecnologia.

Nas motorizações a gasóleo, o acesso faz-se com o 4 cilindros que equipa o xDrive20d, com 190 cv e 400 Nm, seguindo-se as unidades de 6 cilindros em 3 litros, no xDrive 30d, com 286 cv e 650 Nm e no M40d com 340 cv e 700 Nm.
A gasolina, o xDrive20i, com 184 cv e 300 Nm, o xDrive30i, com 245 cv e 350 Nm, e M40i, com 360 cv e 500 Nm. No X3, motorização híbrida plug-in, a debitar 292 cv de potência combinada e 420 Nm.
Mais músculo para o Competition
Paras as versões M dos BMW X3 e X4, novidades mais relevantes nas variantes de topo Competition, que contam com a declinação mais recente do 6 cilindros em linha com 3 litros de 510 cv, herdado dos M3 e M4, com binário máximo de 650 Nm; mais 50 Nm.
Nas performances, 0 a 100 km/h em 3,8 segundos, menos 0,3 s do que o carro que sai de cena.
Primeiras entregas começam em agosto.
