Limites orçamentais na F1

Fórmula 1

Por José Caetano 06-04-2018 14:43

A Liberty Media, proprietária dos direitos de organização e promoção do Mundial de F1, reuniu-se com as equipas antes do início da sessão de treinos livres o para 2.ª G.P. de 2018, no Bahrain, apresentando-lhes cinco pontos para o futuro do campeonato e informando-as que pretende introduzi-los sem direito a qualquer tipo de votação. Na lista, limite orçamental ao desenvolvimento dos carros (fala-se em valor na ordem dos 150 milhões de dólares/época e, igualmente, numa promessa de repartição equitativa das receitas). O plano da Liberty Media tem como objetivo primeiro aumentar a competição nos G.P, reconhecendo a importância da emoção no sucesso comercial e mediático das corridas de automóveis. Logo, reposicionamento do piloto no centro da ação. Como? Adotando sistemas de propulsão mais baratos e menos sofisticados em 2021, mas aumentando o ruído de funcionamento ou a potência e reduzindo a necessidade de penalizações pela substituição de componentes. Assim, no futuro, partilha de muitas mais peças entre os construtores, conservando-se a aerodinâmica, as suspensões e os motores como áreas de diferenciação. O programa apresentado por Chase Carey, diretor-geral da F1, e Ross Brawn, diretor desportivo, protege o «valor histórico» de marcas como a Ferrari, que continua por… convencer. Imediatamente após a apresentação da Liberty Media, Toto Wolf e Niki Lauda, homens-fortes da Mercedes, reuniram-se com Maurizio Arrivabene, chefe da Scuderia, desconhecendo-se os resultados do encontro.

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