Portugueses querem contribuir para regresso dos cromados

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Por Auto Foco 05-11-2018 19:15

A Simoldes, empresa portuguesa com sede em Oliveira de Azeméis, um dos maiores produtores de peças plásticas para o setor automóvel, pretende contribuir para o regresso da utilização extensiva de cromados às viaturas modernas, com a indispensável sustentabilidade ambiental.

O grupo empresarial está a trabalhar para que os seus clientes, os construtores de automóveis, possam cumprir as diretivas europeias que limitam o uso de substancias perigosas, nomeadamente crómio hexavalente, na produção de veículos. Para o conseguir, a Simoldes lançou o projeto de investigação e desenvolvimento (I&D) Chromium Like.

O objetivo é criar “soluções inovadoras que permitam, sem utilização de crómio, produzir componentes plásticos para o interior automóvel, com efeito cromado para um visual estético mais apelativo e com performance melhorada na sensação ao toque, produzindo uma perceção de toque metálico (toque frio)”, refere a Simoldes.

Com novos materiais no interior automóvel, “poderá ser possível diminuir o peso final do veículo”, a “utilização de matérias-primas nocivas para o meio ambiente”, bem como “reduzir o consumo de combustível e, consequentemente, as emissões de gases com efeito de estufa, contribuindo para uma maior eficiência energética do veículo automóvel”, explica a empresa.

O projeto promovido pela Simoldes Plásticos conta com o apoio do COMPETE 2020 no âmbito do Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico, na vertente de co-promoção, envolvendo um investimento elegível de 629 mil euros, o que resultou num incentivo FEDER de 420 mil euros.

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