Jogadores de futebol e potentes automóveis desportivos são praticamente indissociáveis. E Marcelo da Silva não é exceção: o craque brasileiro tem na sua garagem vários modelos de luxo, mas aquele que escolheu para guardar gravado na pele para sempre é nada menos que um despretensioso ‘Carocha’. Porquê?
Marcelo considera que o popular Volkswagen teve um papel fundamental no seu trajeto desportivo. Não era apenas o automóvel em que se deslocava para os treinos do Helênico, clube de futebol do bairro Rio Comprido, na zona norte do Rio de Janeiro. E, mais tarde, para o centro de formação do Fluminense, de onde só saia aos fins de semana. O carro pertencia ao seu avô, Pedro Vieira, o companheiro de todas essas viagens e, claramente, o grande motivador da carreira do lateral da ‘canarinha’.
Para homenagear o avô e também o início de uma história de perseverança e tanto sucesso, em 2014 Marcelo decidiu tatuar o desenho do clássico Volkswagen no seu braço direito.

"O meu avô sempre acreditou em mim e levava-me para todo o lado. Fez o possível e o impossível para me ver jogar como profissional. A tatuagem é o carro em que ele me levava a treinar.", contou numa entrevista.