Além da modernização da imagem do utilitário com ares (e valências) de monovolume, a Honda soma ainda estreante versão Advance Sport de ares mais desportivos. O conjunto mecânico híbrido também ficou mais potente.
As mexidas afetam quer a tradicional carroçaria do Jazz, que a variante Crosstar. Muda o aspeto das óticas, da grelha dianteira, e introdução de novas zonas em plástico preto. As jantes surgem de design diferenciado. A Honda aproveitou a atualização da Jazz para ampliar as qualidades das assistências à condução, com a introdução de uma câmara frontal de superior alcance na deteção de veículos e peões.

Não faltam novas cores para complementar a oferta de personalização exterior, o mesmo acontecendo com novas tonalidades e revestimentos para o interior, seja para o tablier, seja para os bancos. Para o Crosstar, introdução de um novo volante de três raios.

Para a nova versão Sport, imagem individualizada com para-choques, jantes ou retrovisores distintos, o mesmo se passando com a decoração interior diferenciada, caso dos revestimentos dos bancos. Alterações extensíveis às ligações ao solo, com amortecedores e mola mais firmes, além de uma resposta ao acelerador mais imediata.

A motorização da família híbrida e:HEV foi otimizada, com destaque para o aumento da potência dos motores térmico e elétrico, com o anúncio de 122 cv, ou seja, mais 14 cv. Sem prejuízo de consumos ou emissões poluentes, que se mantêm. A pedido de alguns clientes, a Honda aumentou a capacidade de reboque para 500 kg.
