Ainda antes da revelação do novo Captur, ouvimos Laurent Chapuy, o diretor de produto, afirmar que «é tudo novo, mas ainda é um Captur». Ficámos, naturalmente, curiosos. Pouco depois, lençol retirado e... a confirmação das palavras de Chapuy. O novo Captur é efetivamente um automóvel diferente, para melhor, do anterior, mas é ainda um Captur.
Por fora, a Renault fala de profunda transformação. Concordamos: está mais comprido (+10 cm, para 4,23 m) e tem maior distância entre eixos (+2 cm, para 2,63 m) e o design surge reinventado com faróis 100% LED, nova dupla assinatura luminosa em forma de C nas luzes dianteiras e traseiras, elementos decorativos em cromado, linha de cintura mais elevada (o que lhe confere mais look de SUV...), novas proteções inferiores dos para-choques dianteiro e traseiro, linha de proteção em preto nas embaladeiras e cavas das rodas e barras de tejadilho em alumínio (em opção, assim como o teto de abrir semi-panorâmico vidrado), além de capot, grelha e para-choques redesenhados e inclinação do tejadilho mais acentuada atrás, entre outros. É importante notar que o tejadilho é personalizável, podendo ser escolhido na cor da carroçaria ou numa das quatro cores propostas: Preto Estrela, Laranja Atacama, Cinzento Highland e Branco Alabastro.

No que toca a motores, Captur disponível em versão híbrida E-Tech (ver destaque), três versões a gasolina - TCe 100 (3 cilindros 1.0 de 100 cv e 160 Nm, caixa manual de 5 velocidades), TCe 130 (1.3 com 130 cv e 240 Nm, caixa manual de 6 velocidades ou automática de 7) e TCe 155 (155 cv e 270 Nm, só com caixa automática de 7 velocidades) -, e duas Diesel, Blue dCi 95 e 115, com o mesmo 1,5 litros, numa versão de 95 cv/240 Nm (caixa manual de 6 velocidades) e outra com 115 cv/260 Nm (caixa manual de 6 velocidades ou automática de 7).