Abarth 695 Rivale Abarth 695 Rivale Abarth 695 Rivale Abarth 695 Rivale Abarth 695 Rivale Abarth 695 Rivale Abarth 695 Rivale Abarth 695 Rivale Abarth 695 Rivale Abarth 695 Rivale Ecrã tátil de 7 polegadas do sistema multimédia, com Apple Carplay e Android Auto, ainda incluindo serviços de telemetria Abarth 695 Rivale Abarth 695 Rivale Abarth 695 Rivale Instrumentação desportiva, medidor de pressão do turbo; no modo Sport, a pressão da turbina altera-se e o motor fica mais reativo No 695 Rivale, edição limitada que assinala os 175 anos da Riva, os acabamentos em madeira envernizada no tablier fazem a ligação à náutica Abarth 695 Rivale Motor 1.4 a gasolina com 180 cv e 250 Nm Bancos com apoios insuficientes... Abarth 695 Rivale Abarth 695 Rivale Abarth 695 Rivale Rivale é o mais elitista dos 500 Abarth 695 Rivale Abarth 695 Rivale Abarth 695 Rivale Abarth 695 Rivale Abarth 695 Rivale Abarth 695 Rivale Abarth 695 Rivale Abarth 695 Rivale Abarth 695 Rivale Abarth 695 Rivale Em duelo, automóveis de culto, apenas para apreciadores, com motores e afinações mecânicas que condizem com as imagens de raça! Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport À imagem do que foram as versões Rally dos Peugeot 205 e 106, esta série apurada do 208 GTI conta com tapetes vermelhos Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport Ao centro, monitor tátil de 7 polegadas Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport Volante compacto, quase como o de um ‘kart’, favorece condução desportiva, mas o aro pode ‘tapar’ os instrumentos 208 cv, como se pode ver na tampa do motor Fantásticas ‘baquets’, revetidas a pele e alcantara com apontamentos em vermelho e sigla ‘Peugeot Sport’ nos encostos Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport cNo ‘by Peugeot Sport’, o motor 1.6 THP rende 208 cv Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport

Peugeot 208 GTI by Peugeot Sport vs Abarth 695 Rivale

Escorpião ‘pica’ leão

CONFRONTO

Por Vítor Mendes da Silva 10-03-2019 09:00

Fotos: Gonçalo Martins

No reino do leão, o 208 GTi é referência entre os pequenos desportivos, destacando-se sobretudo pelo equilíbrio do chassis, estabilidade nas curvas rápidas e forma incisiva como mete a frente nas mais lentas sem reações bruscas. Esta versão apimentada pelos especialistas da Peugeot Sport, entre outros mimos de inspiração desportiva, acrescenta-lhe o efeito de um autoblocante que anula perdas de tração à saída das curvas e… faz toda a diferença! Este é cartão de visita abrilhantado por outras qualidades desta versão nova do desportivo de palmo e meio, a começar pela estética vincadamente racing, com adornos exagerados, assente no design e linhas de caráter do modelo da geração que a marca francesa comercializa com muito sucesso.

Pacote atrativo q.b., acompanhado por interior bem recheado de equipamento, também com decoração específica by Peugeot Sport e elementos exclusivos, como os fantásticos bancos que parecem verdadeiras bacquets de competição, deixando-nos bem encaixados e presos para a agitação das curvas, configurando posição perfeita sobre todos os comandos, com ótimo enquadramento e com visibilidade para todos os ângulos da estrada, mesmo nunca sendo demasiado elevada. Lá está também o volante pequenino e simples do iCockpit da Peugeot, excelente para exercícios e habilidades em percursos mais sinuosos, mesmo se a polémica colocação da instrumentação escondida atrás do aro do volante, que tapa a zona do conta-rotações e obriga a que as trocas de caixa se façam apenas de ouvido…

No Abarth, limitações de outra ordem… O 695 Rivale é pequeno como o Fiat 500 que lhe serve de base. E o seu apertado habitáculo homologado para quatro ocupantes ainda encolhe quando equipado com estes bancos made by Abarth: grandes, bem almofadados do tipo bacquet. Depois, a posição de condução está longe de ser a ideal num desportivo. Mas aí pouco há a fazer, resta-nos aceitar que vamos sentados numa posição demasiado alta e que isso é culpa da estrutura do carro. O mesmo acontece com a falta de espaços para arrumar o básico (carteira e telemóvel…) ou com a bagageira onde cabe apenas um troley de viagem. Claro que não é preocupados com nada disto que fãs e colecionadores procuram esta série numerada, inspirada no mais luxuoso universo das embarcações de recreio do famoso fabricante sedeado nas margens do Lago d’Isea, em Sarnico, perto de Bérgamo, e com quem a Abarth partilha valores de eficácia desportiva prazer de utilização e máxima exclusividade.

O 695 Rivale é, de facto, homenagem à medida de ícone com 175 anos de história: exclusivo. Desde logo, na mecânica. Sob o capot, está 1.4 Turbo com 180 cv com disponibilidade incrível. O ponto de partida foi, obviamente, o conhecido motor T-Jet de 135 cv que, para crescimento descontrolado do rendimento, ganhou turbocompressor Garrett de geometria fixa, gestão eletrónica específica e diversas iguarias tecnológicas que garantiram aumento da potência (para 180 cv) e da genica. O carro acelera com vontade e também recupera bem; a caixa manual de 5 velocidades está bem escalonada (a 1.ª relação é deliciosamente mesmo muito curta para tanto ímpeto no arranque!). E, mesmo que o seletor seja impreciso, o correto escalonamento permite retirar o máximo rendimento do enérgico T-Jet de injeção multiponto. Embora a potência máxima do motor 1.4 chegue apenas às 5750 rpm, o timing ideal de passagem de caixa situa-se entre as 3000 e as 4000, faixa em que o turbo se encontra cheio e no auge do seu débito.

 

O que nos diz o cronómetro?

Melhor o 4 cilindros de 1,6 litros com 208 cv que equipa o GTi by Peugeot Sport, como atestam as acelerações e recuperações obtidas através das nossas medições: o arranque de 0-50 km/h arruma-o em 3 segundos; em menos de 7 s está largado a 120 km/h. O Abarth não faz muito diferente, seguindo rapidíssimo na poeira levantada pelo carro com emblema do leão; atrasa-se por 5 décimos... O seu motor é igualmente tão pontudo; mas a caixa não é tão rápida. O Peugeot rubrica melhores resultados também nas recuperações, à custa do superior valor de binário, a permitir resposta bem musculada nas relações de caixa mais altas…

O motor Peugeot entrega a potência de forma soberba, presente desde os regimes mais baixos, sem entradas bruscas do turbo e com excelente casamento com o escalonamento da caixa. Depois, e apesar de muito disponível, este 1.6 THP, levado a baixas velocidades, consegue ser suave, de trato dócil e até poupado. No 208 GTi by Peugeot Sport, a afinação da suspensão nem sequer nos parece muito radical. Mas é! Sobretudo quando comparado diretamente com rival de ocasião que, pisando firme como se exige em bom desportivo, nos parece sempre automóvel mais filtrado... Ainda assim, mesmo levado aos limites, o chassis do 208 GTi nunca é demasiado seco ou demasiado nervoso. Este é daqueles carros que nos inspira a arriscar, que nos dá confiança para o atirar a boa velocidade para a curva e esperar que o chassis faça o seu trabalho, sem sustos. Mérito à ação do diferencial de tipo Torsen, com um efeito autoblocante, que trava a roda interior da curva quando esta tende a patinar. Isso dá-lhe impressionante capacidade de tração (quando as leis da física o empurram para fora…), sem perder motor para a saída de curva em força.

No Abarth, é o sistema Torque Transfer Control (TTC) que melhora as transferências de binário entre as rodas do eixo dianteiro ou a suspensão de maior firmeza, com sistema Frequency Selective Damping (FSD) da Bilstein que proporciona, de forma mecânica, o melhor equilíbrio entre os desejos de conforto e as necessidades de eficácia superior, para apreciar ao som do escape Active Dual Mode desenvolvido em parceria com a Akrapovic para otimizar potência e binário, além de produzir sonoridade provocante que provoca... pele de galinha sempre que puxamos pelo motor. 

O mais extremo dos 208 GTi é automóvel com afinações quase de pista, que o habilitam a enfrentar circuitos, mas ao contrário do que acontece no Abarth, as credenciais dinâmicas obtidas quando conduzimos muito depressa sobre piso liso e em condições ótimas são praticamente as mesmas quando encontramos asfalto mais irregular ou degradado. Depois, com motor mais potente e habitáculo mais espaçoso e versátil e com preço inferior, a vitória não foge ao leão.

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