Carlos Ghosn proposto mais quatro anos à frente da Aliança

Atualidade

Por Ricardo Jorge Costa 16-02-2018 17:03

Carlos Ghosn deverá ser reconduzido no cargo de diretor geral (CEO) da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi por mais quatro anos, aceitando a redução de 30 por cento do seu salário de mais de 7 milhões de euros.

Este novo mandato, proposto pelo do Conselho de Administração do grupo empresarial, será submetido a votação dos acionistas na próxima Assembleia Geral, que se realizará em 15 de junho.

Thierry Bolloré, atual número dois da Aliança foi nomeado diretor geral Adjunto, prefigurando-se como o mais provável sucessor de Ghosn a partir de 2022.

Carlos Ghosn, de 67 anos e nascido no Brasil, com origem também francesa e libanesa, aceitou ainda uma redução salarial de 30%, que é considerado um gesto de apaziguamento das relações entre o CEO da Aliança e o Estado francês, depois do ministério da economia, liderado por Bruno Le Maire, ter criticou o salário de Ghosn, considerando-o excessivo.

Aliança controla as marcas Renault, Nissan, Mitsubishi, Dacia, Renault Samsung Motors, Alpine e Lada, tendo a primeira reportado esta sexta-feira (dia 16) vendas e lucro recorde em 2017.

Ler Mais

Conte-nos a sua opinião 0

Atualidade

ATENÇÃO: Este site utiliza cookies. Ao navegar no site estará a consentir a sua utilização.   Saiba mais   OK