O monte de ‘lata’ amassada na foto já foi um fantástico McLaren 720s. Não por muito tempo, porque o proprietário desta máquina incrível, um dia depois de o comprar, despistou-se com a violência que está à vista.
Claro que o que mais importa é que, segundo relatos, o condutor está bem e não sofreu ferimentos. Mas, que dói a alma só de ver, isso dói…
720 cv terão sido demais...?
Com preços a rondar os 300 mil euros, pedidos para a versão base, o 720S é apresentado como o primeiro automóvel de uma nova era na jovem história da McLaren Automotive, substituindo o 650S e lançando ofensiva de produto que prevê 15 novos modelos em quatro anos
Entre os argumentos principais, estrutura em fibra de carbono, que agora se estende até à cápsula em abóboda por cima do cockpit (que ficou intacto depois do brutal acidente que noticiamos!) e motor V8 incrível, que aumentou de cilindrada (de 3,8 para 4 litros à custa do aumento do curso em 3,6 mm em cada cilindro), ganhou turbos são agora de dupla entrada e turbinas ultraleves, além de que foi acrescentado um injetor por cilindro (são agora 16 no total), para que possa ser feita dupla injeção (direta e indireta), para ‘pulo’ no rendimento de 70 cv e 92 Nm.
Contas feitas são 720 cv e 770 Nm de binário máximo. E, naturalmente, as performances refletem este ‘poder de fogo’: 0 a 100 km/h em 2,9 s (650S gastava mais uma décima), 7,8 s de 0 a 200 km/h (8,4) e 25,4 s até aos 300 km/h (25,4), além de uma velocidade de ponta de 341 km/h (333 km/h no 650S).