Aproveitando agradáveis e longas férias de verão, mesmo antes da visita a Portimão para a 10.ª prova do Mundial de Superbikes, de 14 a 16 de setembro, muitos são os pilotos e equipas que deram passos importantes para o futuro. Anunciada que foi a saída de Tom Sykes da Kawasaki, depois de 9 anos de ligação que valeu um título mundial (2013), soube-se agora que será Leon Haslam a ocupar o lugar deixado vago pelo seu compatriota.
Com a primeira ZX-10 RR entregue a Jonathan Rea – campeão em título muito perto de revalidar a coroa – Haslam volta a uma equipa oficial do Mundial depois da passagem pelo muito competitivo campeonato britânico de superbikes (BSB) que lidera de forma destacada depois de vencer 6 das 12 corridas realizadas. Aos 35 anos, Haslam volta a partilhar a box com Rea, repetindo as épocas de 20213 e 14 quando estiveram juntos na Honda Ten Kate, apostando em aumentar o score acumulado em 7 anos ao mais alto nível, onde conquistou 5 vitórias e 39 pódios, além de várias pole-positions e voltas mais rápidas em corrida, tendo sido vice-campeão do Mundo em 2010.
Ligação que vai começar ainda antes do arranque do Mundial de Superbikes, com presença nas 8 Horas de Suzuka já este fim-de-semana, ao lado de Rea e de Kazuma Watanabe, integrando o oficial Team Green.
Entretanto, e ainda sem ser conhecido o destino de Tom Sykes, a Yamaha confirmou a continuidade de Michael van der Mark e Alex Lowes aos comandos das cada vez mais competitivas R1. O contrato, assinado durante a prova em Misano, mesmo antes da pausa de verão, é válido para a temporada de 2019.