Este é o Bugatti Chiron Super Sport 300+, a versão de produção do protótipo que estabeleceu recentemente o novo recorde de velocidade máxima para um automóvel de produção homologado para circular em estradas públicas, ao atingir 490,484 km/h.
“Após termos sido o primeiro fabricante a superar as 300 milhas por hora [n.d.r. 480 km/h] neste recorde de velocidade, estamos a oferecer aos nossos clientes o Super Sport 300+, edição muito especial do Chiron, e o Bugatti mais rápido de todos os tempos”, diz Stephan Winkelmann, presidente da Bugatti.
A versão de produção parece idêntica ao protótipo, com carroçaria também em fibra de carbono com detalhes em laranja brilhante, à imagem do Veyron Super Sport. Na dianteira sobressai a tradicional grelha em ferradura da Bugatti, em negro, e as entradas de ar específicas.
Na seção posterior está a maioria das alterações, tanto estéticas, como para apuro da aerodinâmica. Desde logo, o capot do motor é muito maior (mais longo) do que o do Chiron de base e as saídas de escape quádruplas dispostas verticalmente, como no recente Bugatti Centodieci. A única diferença visual notável entre o ‘protótipo dos 482 km/h’ e o modelo de produção são as jantes pretas.
A Bugatti atacou o recorde de velocidade máxima com Andy Wallace ao volante do Chiron, instalado numa baquet de competição e removendo o banco do passageiro (neste espaço, foi instalados o aparato de equipamentos para registo de dados de GPS) Na versão de série, o habitáculo será convencional.
O Chiron Super Sport 300+ terá limitador de velocidade eletrónico, mas a Bugatti ainda não decidiu qual será o valor máximo.
A energia é fornecida pelo mesmo motor 8.0 W16 com quatro turbos na mesma versão otimizada do protótipo, com nada menos do que 1600 cv.
A produção do Bugatti Chiron Super Sport 300+ será limitada a 30 unidades, com preço a partir de 3,5 milhões de euros.