Flavio Briatore, antigo dirigente da Benetton, entre 1989/90 e 1997 deu uma entrevista ao jornal alemão Express, sediado em Colónia, onde abordou a morte de Ayrton Senna e como isso quase levou ao abandono da Fórmula 1 por parte de Schumacher.
«O Schumacher era o Pavarotti da condução. Mudou depois da morte do Ayrton Senna. Ele considerou seriamente abandonar a Fórmula 1. Felizmente para nós, ficou.» referiu
A chegada de Schumi à Benetton foi outro dos pontos debatidos pelo italiano, na altura em que a Benetton não era tida em conta por se tratar de um fabricante de camisolas.
«Não tínhamos dinheiro para contratar um piloto consolidado, uma estrela ou um campeão. Todos riam-se de nós, por isso tivemos que buscar talento. As equipas já firmadas, não gostavam de nós, queixavam-se de nós o tempo todo, porque não lhes cabia na cabeça que um fabricante de camisolas os superasse. Não obstante, quando viram o Schumacher no carro todos se calaram» afirmou.