Volvo atira carros a 30 metros do chão em nome da segurança

De acordo com a marca sueca, este é o teste de impacto mais extremo alguma vez realizado.

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Por Auto Foco 14-11-2020 10:08

Com o objetivo de permitir que os serviços de resgate se preparem ainda melhor para qualquer possível cenário de acidente e simular as forças existentes nas colisões mais extremas, a Volvo Cars realizou operação inédita no seio da marca. Com a ajuda de um guindaste, lançou vários automóveis novos de uma altura de 30 metros.

A ideia foi simular os resultados de uma colisão a alta velocidade com um camião ou de acidentes em que um automóvel é atingido lateralmente com gravidade.

De acordo com a marca, nestas situações, “é muito provável que os ocupantes do veículo estejam em estado crítico. A prioridade passa a ser tirar as pessoas do automóvel e levá-las ao hospital o mais rapidamente possível, usando ferramentas de resgate hidráulicas.  Os especialistas em resgates falam frequentemente da “hora de ouro” -  nessa hora tem de ser possível fazer o resgate e levar o paciente ao hospital.”.

“Trabalhamos há muitos anos em estreita colaboração com os serviços de resgate suecos. Isto porque temos o mesmo objetivo: ter estradas mais seguras para todos. Esperamos que as pessoas nunca precisem de passar pelos acidentes mais graves, mas sabemos também que nem todos os acidentes podem ser evitados. Torna-se assim vital que existam métodos para ajudar a salvar vidas quando esses acidentes acontecem. ”, explicou Håkan Gustafson, investigador para a área da segurança.

O resultado de toda esta investigação será depois compilado num extenso relatório de pesquisa. Como já é tradição na Volvo este relatório será disponibilizado gratuitamente para utilização dos trabalhadores de resgate de outras entidades de forma a que estes também beneficiem e sejam capazes de desenvolver ainda mais as suas capacidades para salvar vidas.

“Esta foi a primeira vez que deixámos cair automóveis de um guindaste pois normalmente utilizávamos apenas colisões em laboratório. Sabíamos que veríamos deformações extremas após o teste, e fizemos isso para dar à equipa de resgate um verdadeiro desafio para trabalhar” - Håkan Gustafson

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