O conceito não é novo. Já em 2015, a Ford foi pioneira no negócio das máquinas automáticas para entrega de automóveis, quando lançou o primeiro projeto do género em parceria com os gigantes do Alibaba Group, na China, permitindo ao consumidor comprar automóvel como se compram cafés numa normal ‘vending machine’. O modelo já chegou à Europa, pela mão dos ingleses do Auto Trader, mas é nos Estados Unidos que acelera em popularidade.
Em tempo de pandemia, a americana Carvana aposta nas máquinas de venda automática de automóveis, que dispensam a intervenção humana. Em Las Vegas acaba de instalar uma nova unidade, uma estrutura com 11 pisos, onde estão expostos 39 modelos de várias marcas.
O processo de seleção é feito online através de aplicação especifica; a compra faz-se no método tradicional, inserindo uma ‘moeda’ na ranhura dedicada e premindo o botão referente ao automóvel desejado.