Sucessos das décadas de 1980 e 1990 inspiram decoração do Williams novo

Fórmula 1

Por José Caetano 06-03-2021 14:39

A Williams posiciona-se entre as equipas mais bem-sucedidas na história da Fórmula 1. Depois da estreia na Argentina-1975, a escuderia de Grove, Inglaterra, competiu em 744 corridas, em 45 temporadas na categoria, e conseguiu 114 vitórias, 312 pódios, 128 pole position e, durante as décadas de 1980 e 1990, somou-lhes nove títulos de construtores e sete de pilotos. No entanto, a escuderia não pontua no Mundial desde a Alemanha-2019 (Kubica) e não vence um grande prémio desde Espanha-2012 (Maldonado). Em 2020, a formação britânica acabou o campeonato na 10.ª posição, entre 10 equipas, sem pontos.

 

Propriedade da Dorilton Capital desde 2020, a equipa comandada por Jos Capito acabou 2020 melhor do que começou, mas não conseguiu capitalizar o progresso com pontos. O objetivo para 2021 é consolidar esse crescimento! Para consegui-lo, manteve a dupla de pilotos (George Russell e Nicholas Latifi) e a unidade de potência da Mercedes-AMG e otimizou a aerodinâmica do monolugar, cumprindo imposição regulamentar. O FW43B é o sucessor do FW34 e destaca-se pela decoração inspirada nos Williams campeões do Mundo nas décadas de 1980 e 1990, nomeadamente no FW14B de 1992 com que Nigel Mansell venceu o título de pilotos.

 

Simon Roberts é o diretor desportivo e o campeão mundial de 2009, Jenson Button, está de regresso à Fórmula 1, agora na condição de conselheiro da Williams. O Mundial tem início marcado para o próximo dia 28, no Bahrein, depois de três dias de testes, entre 12 e 14, também no Circuito de Sakhir.

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