Quase metade dos portugueses (44%) que compram automóveis refere que recorre a revistas, sites e outros meios especializados para escolher a viatura. A opinião de parentes ou de conhecidos é a fonte de informação mais utilizada, admitida por 59% dos cidadãos do nosso país que foram inquiridos no estudo do Observador Cetelem-2018 para o setor automóvel.
Outras formas de pesquisa são os sites dos fabricantes de automóveis (30%) e a opinião do vendedor/revendedor no ponto de venda (29%).
Quando questionados sobre as três características do atual veículo que desejam manter, caso tenham que mudar de automóvel, 45% dos inquiridos nacionais neste estudo destacam o tipo de combustível (seja diesel, gasolina, com motorização híbrida ou elétrica).
Já a confiabilidade no veículo é mencionada por 33%, a classe do veículo por 31%, enquanto as caraterísticas de desempenho e potência são referidas por 27% dos portugueses. O número de lugares do veículo é igualmente relevante, pelo menos para 25% dos consumidores.
No total de 10.600 proprietários de automóvel de 15 países em todo o mundo que foram inquiridos neste estudo, 53% dão ênfase à opinião de parentes e conhecidos, enquanto 40% recorrem a sites de Internet, revistas ou outros meios especializados, e 37% leem as avaliações de outros consumidores em fóruns e blogues.
Refira-se, ainda, as 31% de respostas que indicam os sites dos fabricantes de automóveis e a opinião do vendedor ou mecânico de garagem no ponto de venda como fonte de informação na escolha de uma marca.
Ainda 87% dos automobilistas estabelecem um laço direto entre a fidelização e a qualidade de serviço, mas também a sua proximidade geográfica desse serviço (72%) e aspetos subordinados à sua mobilidade, como a locação de diferentes veículos para férias ou ocasiões especiais (57%).