São minutos de completa loucura, tensão e perigo captados pela câmara dianteira de um Tesla Model3, a pedir mão pesada das autoridades americanas sobre os intervenientes.
E, quase tão lamentável, é o de episódios tão graves e impressionantes como este, infelizmente, acontecerem todos os dias, provando que a condução é uma das práticas quotidianas que pode causar mais stress.
Para começar, porque, por si só, requer elevado nível de concentração, importante fator de stress. E essa atenção aumenta na proporção da velocidade. Logo, quanto maior for a velocidade, maior é a probabilidade de stress. A explicação é simples: ao aumento da velocidade corresponde, invariavelmente, um acréscimo de atividade do nosso organismo.
Mas não é só a velocidade, também a condução em cidade, em que a intensidade de tráfego obriga a manter elevado o nível de atenção, provoca stress. Algumas ultrapassagens em vias com apenas uma faixa de rodagem em cada sentido são outro caso.
Por outro lado, existem fatores intrínsecos ao próprio ser humano. Ou seja, as pessoas que têm tendência para acumular stress, libertam-no quando enfrentam atividades potencialmente stressantes – como conduzir.
O stress manifesta-se, então, através da agressividade, hostilidade, comportamentos competitivos que desencadeiam a prática de uma condução imprudente ou na impaciência que leva a decisões arriscadas que podem ter consequências graves, como ultrapassagens perigosas ou mudanças repentinas de direção.
Um flagelo a combater!