Através de um comunicado conjunto divulgado esta quarta-feira, sete das dez equipas da Fórmula 1, mais concretamente, McLaren, Mercedes-Benz, Racing Point, Red Bull, Renault, Alpha Tauri e Williams, contestam a decisão da Federação Internacional do Automóvel (FIA) a propósito da polémica em torno do motor da Ferrari.
Em causa está uma investigação aberta no seguimento das dúvidas lançadas quanto à potência da unidade motriz da Scuderia, que culminou com um acordo estabelecido entre as partes, cujo conteúdo permanece confidencial.
«Após meses de investigação levados a cabo pela FIA, apenas após questões levantadas por outras equipas, contestamos veementemente o facto de a FIA ter chegado a um acordo confidencial com a Ferrari para concluir este assunto. Nesse sentido, expressamos publicamente o nosso compromisso conjunto em procurar um encerramento completo e correto neste assunto, para assegurar que o nosso desporto trata todos os concorrentes de forma justa e igual. Fazêmo-lo por respeito aos adeptos, aos participantes e aos acionistas da Fórmula 1», lê-se no comunicado.
Estas equipas recordam que mantêm o direito de recorrer da decisão, não só junto da FIA, como também dos tribunais competentes.