Na Mercedes-AMG, contagem decrescente para o regresso à ação, após o período de paragem obrigatório imposto pela pandemia da COVID-19 que comprometeu o início do Mundial de Fórmula 1 de 2020, ‘empurrando-o’ de 15 de março, na Austrália (Albert Park, Melbourn), para 5 de julho, na Áustria (Red Bull Ring, Spielberg). Na próxima semana, a equipa sedeada em Brackley, Inglaterra, realizará dois dias de testes em Silverstone, com Lewis Hamilton e Valtteri Bottas aos comandos do F1 W09 EQ Power+ campeão em 2018.
Notícia na escuderia hexacampeã mundial é, também, a garantia de Toto Wolff de que mantém relações ótimas com o diretor do consórcio Daimler, Ola Källenius, com isso desmentindo os rumores que sustentavam a possibilidade de saída do austríaco da equipa após a temporada de 2020, precisamente devido a desentendimentos com o sueco de 50 anos que sucedeu ao alemão Dieter Zetsche no comando do fabricante de Estugarda em maio de 2019. «São personalidades muitíssimo diferentes, é verdade, mas construi relações profissionais excecionais com os dois e tornei-me amigo de ambos», disse.
Wolff também reafirmou que não tem quaisquer planos para abandonar a escuderia que lidera desde 2013 e onde mantém posição acionista relevante (30%), independentemente do investimento realizado há poucas semanas na Aston Martin, a marca que sucederá à Racing Point em 2021. O austríaco de 48 anos revelou, ainda, que mantém Sebastian Vettel 'debaixo de olho' para a próxima temporada, mas sublinhou que a prioridade é a assinatura de contrato novo com Hamilton – o vínculo atual expira no final da época. O contrato de Bottas termina na mesma altura. O piloto alemão deixa a Scuderia Ferrari após o Mundial de 2020 e ainda não anunciou o futuro na categoria.