António Félix da Costa, com o inglês Will Stevens e o mexicano Roberto Gonzaléz, no Oreca 07-Gibson da Jota Sport, encontra-se cada vez perto do título da categoria LMP2 do Mundial de Resistência (WEC). Esta madrugada e manhã, na ronda 5 da temporada, o português terminou as 6 Horas de Fuji na 2.ª posição (6.ª absoluta).
Matematicamente, faltam-lhe somente 10 pontos para sagrar-se campeão, mas pode nem necessitar de somá-los na corrida final da temporada, as 8 Horas do Bahrain, em Sakhir, a 12 de novembro, para repetir a proeza de Filipe Albuquerque no campeonato de 2019-20, com título no WEC depois de vitória nas 24 Horas de Le Mans, também em LMP2 – em Fuji, o conimbricense candidato ao título norte-americano de resistência (IMSA) foi 7.º (11.º absoluto).
No entanto, para não depender dos resultados de terceiros, António, no Bahrain, vencerá o título mundial de LMP2 se garantir a «pole position» e acabar a corrida na 7.ª posição, no caso de os segundos classificados da categoria vencerem as 8 Horas. Em Fuji, foram quintos…
No regresso da resistência ao Japão, Toyota dominante, com os GR010 Hybrid nas duas primeiras posições (venceu o 8, com Sébastien Buemi, Brendon Hartley e Rio Hirakawa ao volante, com 1.08,382 m de vantagem sobre o 7, de Mike Conway, José María López e Kamui Kobayashi, depois de 232 voltas ao circuito). Na 3.ª posição, outra máquina da categoria de topo (Hypercar): o A480-Gibson da Alpine.
Em Fuji, vitória portuguesa em LMGTE Am. Conseguiu-a Henrique Chaves, ao lado de Bem Keating e Marco Sorensen, no Aston Martin Vantage AMR da TF Sport, após 213 voltas ao circuito com 4,563 km. Esta equipa, recorda-se, também venceu a categoria na edição de 2022 das 24 Horas de Le Mans e está no topo da classificação do WEC, mas o piloto de Torres Vedras não participou na ronda inaugural da temporada e, por isso, não está na corrida ao título, ao contrário de Keating e Sorensen.