Os números sobressaem pela dimensão, justificativa do empenho colocado pelo Automóvel Club de Portugal e pela Guarda Nacional Republicana na segurança do 52.º Rali de Portugal.
De 17 a 21 de maio, cerca de 2000 militares de várias valências (Territorial, Trânsito e Intervenção), oriundos de quatro Comandos Territoriais (Porto, Viana do Castelo, Braga e Vila Real) utilizarão mais de 500 viaturas de todo o género além de patrulhas a cavalo e brigadas cinotécnicas para cobrir os 350 quilómetros de troços cronometradas da 6.ª prova do Mundial de Ralis.
Ao todo, a GNR espera cumprir mais de 57 mil quilómetros ao longo desta mega-operação sendo de destacar o esforço dos profissionais da guarda, que estarão no local respetivo cinco horas antes da passagem do 1.º carro e que deverão aguentar em funções entre 12 e 14 horas consecutivas
Dados apresentados pelo Coronel Mesquita Fernandes, Coordenador do Comando Territorial do Porto, que sublinham “o cuidado extraordinário relativamente à segurança, levando a GNR a implementar um dispositivo nas zonas de prova e áreas envolventes, de modo a garantir segurança dos espectadores e pilotos, fundamental e objetivo primordial”.
A tudo isso junta-se “a fluidez da circulação das viaturas nos percursos de ligação entre as classificativas” em enorme operação, controlada desde o dia 17 de maio, a partir do Porto de Comando, montado na Exponor e juntando as forças de segurança envolvidas, GNR e PSP, à Proteção Civil e ao ACP.