A BMW revelou a terceira geração do X6, pioneiro dos SUV em formato coupé em 2008, e que só recentemente ganhou concorrência direta no seu segmento muito específico, do Audi Q8 (2018) e do Porsche Cayenne Coupé (2019).
O novo X6 tem dimensões distintas das do seu antecessor, medindo um total de 4,935 metros de comprimento, mais 2,6 cm que o modelo da segunda geração, e é também mais largo (1,5 cm; 2,004 cm), mas ligeiramente mais baixo (6 mm; 1,696 cm). Ou seja, tem as proporções que fazem a tendência dos automóveis modernos: mais compridos (para mais espaço interior e respeito pelas normas de segurança na secção dianteira, com maior afastamento entre o para-choques e o motor), mais largos (para uma impressão de maior presença, mais agarrados à estrada) e mais baixos (contribuindo para otimizar a aerodinâmica). Na distância entre eixos da plataforma, partilhada com o BMW X5, há mais 4,2 cm do que na base técnica predecessora.
A bagageira, por seu turno, manteve a capacidade de 580 litros (menos 65 litros do que a do X5, que tem pretensões mais familiares, num design em que função é menos submetida à forma). Com os bancos rebatidos (na proporção 40/20/40), a área de carga atinge 1530 litros.
Na gama de motorizações, duas Diesel e duas a gasolina: xDrive30d e xDriveM50d; e xDrive40i, xDriveM50i, respetivamente.
A versão 40i tem motor seis cilindros em linha com 3.0 litros e 340 cv e o desportivo M50i um bloco V8 de 4.4 litros com 530 cv e 750 Nm.
Nos Diesel, 30d é seis cilindros 3.0 litros com 265 cv, com consumos entre 6,1 e 6,6 l/100 km e o desportivo M50d o mesmo bloco, mas com quatro turbos, atingindo 400 cv e 760 Nm.
O novo X6 tem suspensão dianteira com duplo triângulo sobreposto dianteiro e posterior com eixo multibraços, e dispõe de sistema adaptativo Dynamic Damper Control de série. Em opção, suspensão desportiva M Adaptativa com barras estabilizadoras ativas e eixo traseiro direcional. A suspensão pneumática