O promotor do Mundial de Ralis e a Federação Internacional do Automóvel (FIA) continuam à procura de soluções para a retoma do Mundial de 2020, interrompido no penúltimo dia da terceira etapa da temporada, no México, devido à pandemia da COVID-19. Entre as soluções em cima da mesa, provas na Bélgica (Ypres) ou na Letónia (Liepaja), ambas (re)conhecidas do Europeu (ERC). Confirmando-se, duas estreias no WRC.
Até ao momento, na 48.ª edição do Campeonato do Mundo, cinco etapas anuladas: Portugal (21 a 24 de maio), Quénia (16 a 19 de julho), Finlândia (6 a 9 de agosto), Nova Zelândia (3 a 6 de setembro) e Gales/Grã-Bretanha, mantendo-se no calendário apenas os ralis da Argentina e Itália/Sardenha, ambas à espera de datas novas, além da Turquia (24 a 27 de setembro) e do Japão (19 a 22 de novembro)
Thierry Neuville (Hyundai) superiorizou-se no Monte Carlo, Elfyn Evans (Toyota) impos-se na Suécia e Sébastien Ogier (Toyota) venceu no México. Ogier lidera o campeonato, com 62 pontos, mais oito do que Evans e 20 do que Neuville. O campeão em título, Ott Tänak (Hyundai) encontra-se na 5.ª posição, com 38 pontos.
Portugal regressa ao Mundial de Ralis (WRC) em 2021, divulgou o Conselho Mundial da Federação Internacional do Automóvel (FIA), no final de videoconferência que aprovou os pacotes de mudanças regulamentares propostas para a retoma das competições, na ‘ressaca’ da pandemia da COVID-19.
Além de Portugal, o órgão da FIA, também confirmou: Suécia, Quénia, Espanha, Itália/Sardenha, Japão e Austrália… Gales/Grã-Bretanha não aparece no primeiro ‘esboço’ do calendário para 2021. A 53ª edição do «melhor rali do Mundo», mantendo-se o programa planeado para 2020, contará com 20 especiais e 1117,96 km, incluindo 311,47 km ao cronómetro.