Classe S é o primeiro no mundo com airbags frontais para os lugares traseiros

Em contagem decrescente para a apresentação do novo Classe S, programada apenas para o final do verão, a Mercedes-Benz continua a revelar detalhes do automóvel que promete revolução no segmento superior.

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Por VM 27-07-2020 09:08

A Mercedes-Benz está a revelar a conta-gotas os grandes destaques desta nova geração do Classe S. Depois dos pormenores da verdadeira revolução operada no habitáculo do topo de gama, a marca da estrela anuncia uma das novidades na lista de equipamentos de segurança, uma estreia absoluta na categoria.  

O Classe S será o primeiro automóvel a dispor de airbag frontal para os passageiros dos bancos traseiros, sistema que surge em combinação com o Pre-Safe Impulse Side. O dispositivo funciona em associação ao Active Body Control, recorrendo a sensores e radares para antecipar a colisão lateral, ativando os airbags também atrás e elevando a carroçaria para garantir que o embate acontece nos pontos mais rígidos do automóvel.

Revolução de dentro para fora

Na estratégia da marca de Estugarda, a revelação arranca de dentro para fora, com as primeiras imagens oficiais do habitáculo da 7.ª geração do navio-almirante a confirmarem a aposta reforçada no capítulo tecnológico, com adoção de painel de bordo minimalista, com instrumentação tridimensional, e a substituição da maioria dos comandos (há menos 27 botões físicos…) por monitor digital enorme em posição destacada sobre a consola central. Este sistema incluirá a versão nova do programa de info-entretenimento MBUX, que passa a estar disponível para os ocupantes dos lugares posteriores, com monitores instalados nos encostos dos bancos dianteiros e painel de comando no apoio central de braços.

Melhorias também no assistente de voz, que continua a responder à senha “Olá Mercedes”, acrescentando mais funcionalidades e variedade dos diálogos. O sistema permite a personalização através de impressão digital, reconhecimento de voz e da face.

O W223 sucessor do W222 de 2014 assentará na plataforma MRA, enquanto o elétrico EQS com quatro rodas motrizes estreará a arquitetura técnica. MEA. De acordo com as mesmas fontes, devido ao aumento das dimensões do Classe E (4,920 m), abandonar-se-á a produção de duas variantes, com o fabricante a privilegiar apenas a produção da carroçaria mais longa (5,280 m).

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