A alteração de hábitos de condução penalizadores do consumo de combustível para práticas que promovem a economia não é constrangedora do prazer de guiar. Pode ser mesmo uma interessante experiência lúdica. E os gastos poderão baixar até um terço.
Parte 2: Manutenção e utilização do automóvel
-Manter os pneus com a pressão adequada. Basta um dos pneus ter a pressão 8 psi inferior ao indicado pelo fabricante para aumentar o consumo até 4%, além de reduzir a durabilidade do pneumático em média cerca de 15.000 km. Os valores de pressão recomendados referem-se a uma relação de compromisso segundo a carga que se transporta. A pressão dos pneus deverá ser controlada pelo menos uma vez por mês, e se necessário corrigida.
-Suprimir peso supérfluo, essencialmente objetos desnecessários que se transporta na bagageira. Por cada 100 kg a mais, o consumo sobe 2%. Poderá parecer muito peso para pequenos volumes, mas quando estes são muitos, aquele valor torna-se plausível.
-Óleo do motor: o estado avançado de degradação do óleo do motor ou a utilização de lubrificante de grau incorreto podem fazer aumentar o consumo de combustível até 2%. Para o evitar, é indispensável respeitar os intervalos de substituição do óleo e a recomendações do fabricante sobre o tipo e o grau do lubrificante.
-Filtro do ar: um filtro bastante usado, entupido, que não permita que entre ar suficiente nas câmaras de combustão poderá contribuir para aumentar o consumo em 10%. A substituição deste componente deverá coincidir com a do óleo do motor, ou mesmo numa periodicidade mais curta quando o veículo circula frequentemente em estradas empoeiradas (de terra, por exemplo)
-Bom funcionamento do motor: a manutenção correta dos órgãos mecânicos nevrálgicos do automóvel e a sua devida afinação são fundamentais para conter o consumo de combustível em cerca de 15%. Respeite-se o programa de revisões recomendado pelo fabricante.