A Audi vai mudar o emblema nas dianteiras de todos os seus automóveis, para uma versão mais moderna e adaptada à nova era da eletrificação.
Mudanças muito subtis, que se resumem praticamente a uma nova combinação de cores, e que não alteram a configuração histórica dos quatro anéis.
O designer André Georgi explica que o novo logo bidimensional está mais de acordo com filosofia purista perseguida pela marca alemã. “Há uma coisa que é facilmente apreciada: marcas fortes conquistam os clientes, sobretudo, graças aos seus produtos e aos seus elementos de identificação. Na Audi sempre foi assim, e agora vamos torná-lo ainda mais consistente”, comentou.
Sem os efeitos 3D do atual, o novo desenho dos quatro anéis em branco sobre o fundo negro foi estreado no Q8 e-tron e será progressivamente adotado em todos os modelos no catálogo.
A ideia é uniformizar, e não apenas nos carros. A Audi quer que “os quatro anéis sejam idênticos em todo o lado: seja numa revista, num smartphone, num cartaz e, claro, nos nossos automóveis”, explica André Giorgi.
Os quatro anéis da Audi completaram 90 anos, mas a sua história remonta às origens de outra companhia, a Auto Union, fundada em 1932, então sob o símbolo dos anéis encadeados, um por cada uma das quatro empresas representadas no consórcio: Audi, DKW, Horch e Wanderer.
