Em fevereiro, tribunal alemão confirmou a possibilidade dos municípios limitarem ou impedirem a circulação de automóveis com motores a gasóleo, decisão com impacto no valor de mais de 12 milhões de carros. Ou outra consequência do escândalo da manipulação das emissões de gases de escape em 11 milhões de viaturas com mecânicas Diesel denunciado em 2015.
Desde a denúncia do Dieselgate, travagem nas vendas de automóveis a gasóleo, na Europa (em 2017, comparativamente a 2016, travagem de 7,9%, para 6,76 milhões de exemplares, número correspondente a quota de 43,7%, a mais baixa em 10 anos...), proibição da circulação de carros Diesel em Atenas, Madrid, Paris e Cidade do México a partir de 2025 e Copenhaga a preparar-se para a introdução de medida semelhante... no próximo ano.
Consequência da redução das vendas dos Diesel, mais gases de escape em vez de menos, com a média de emissões de dióxido de carbono (CO2) dos 10 maiores fabricantes europeus a aumentar 1 grama de 2016 para 2017, para 113,8 g/ /km. Ponto final nos 10 anos de progressos neste capítulo, com crescimento de 0,3% na Europa, considerando-se apenas os automóveis novos, para 118,1 gramas. Ou, cada vez mais, objetivo-2021 de 95 g/km... missão impossível.
Não por acaso, VW pioneira na promoção das vantagens dos Diesel, tecnologia por trás de redução tão significativa nas emissões poluentes resultantes dos consumos de combustível, como o CO2. Na Alemanha, garantia suplementar aos proprietários de automóveis com motores a gasóleo – a campanha abrange modelos até 12 meses, não só novos! O plano, válido por três anos, protege-os da proibição do acesso ao centro das cidades do país. Confirmando-se a iniciativa, clientes penalizados pela decisão política recetores de proposta de recompra das viaturas, com avaliação da retoma a cargo de entidade independente reconhecida, publicamente, no país, somando-se-lhe, ainda, a possibilidade de aquisição de modelo com outro sistema de propulsão, com condições comerciais muito favoráveis.
Desde agosto de 2017, após a introdução de programa de incentivos à renovação do parque automóvel, o maior fabricante alemão retirou da estrada cerca de 120.000 carros com motores a gasóleo homologados como Euro 1, Euro 2, Euro 3 e Euro 4, assim contribuindo, diretamente, para a melhoria da qualidade do ar nas cidades do país. Os modelos mais recentes dispõem de homologações Euro 6.